IRONIAS

Cidades que se levantam
tocam o céu tão rápido
como as nossas mãos.
Numa rua com uma casa de sonho,
um cofre com um segredo,
uma memória mal explicada
repetida como uma rima.
Casas como castelos
banhados em espuma,
venezas a fazer de tempo
e uma quase babilónia, um murmurio
uma despedida como um salto
em frente, alturas medidas
em mãos apertadas
um lapso chamado direitos.
Ironia ao fim da tarde
sem preconceitos!

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